Candidato do DEM ao governo estadual esteve em Belém nesta terça-feira (16)

TV Liberal entrevista o candidato ao governo do Pará Márcio Miranda (DEM)

O candidato ao governo estadual do Pará Márcio Miranda (DEM) afirmou, durante entrevista ao JL2 nesta terça-feira (16), que, se eleito, irá ampliar equiparar o soldo dos policiais militares ao salário mínimo. Na entrevista, Márcio citou que pretende reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) nos combustíveis.

Márcio participou da segunda entrevista feita pela TV Liberal, afiliada da Rede Globo, neste segundo turno das eleições com os candidatos ao governo estadual. Assista no vídeo acima.

“Eu, como governador, capitão da Polícia, vou prestigiar a polícia, vou fazer concurso para entorno de cinco mil homens nos quatro anos de governo. Vou prestigiar a polícia nivelando no contracheque o soldo, que era equiparado ao salário mínimo, que foi uma luta minha e eu consegui. (…) vamos equiparar o soldo ao salário mínimo”, afirmou.

No plano de governo, Márcio Miranda garantiu que poderá fazer uma redução no ICMS de até 30%, reduzindo a carga tributária sobres a circulação de mercadorias e serviços no estado. Um dos pontos que o candidato pretende agir é na redução dos preços dos combustíveis.

“Os estados vizinhos ao Pará já reduziram de 17% para 12%. (…) Estados com menor poder econômico, estados mais pobres, conseguiram fazer. Eu tenho clareza que é viável, é possível e eu vou fazer”, disse.

Atuação da Força Nacional no setor de segurança pública no Pará. Márcio acredita que o principal problema do Pará e a falta de fiscalização nas rodovias federais, já que são por elas que drogas e armas entram no estado e aumenta a violência.

“Olha, a Força Nacional, eu posso chamar, não tem problema. Mas eu vou cobrar do Governo Federal que mande a Força, mas que mande a Força Federal, para que a gente possa fechar as barreiras do estado. É ali que está o problema”,

Pagamento do piso aos professores
O candidato afirmou que vai dialogar com a categoria dos docentes e passar a pagar o piso com a contrapartida de que a nota no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do estado cresça e alcance a meta estabelecida pelo Governo Federal.

“Outro problema que é do país. O país, quando faz essa mensuração da educação fica entre os quatro piores do planeta. Então tem que ter uma política pública que combine União, estado e municípios. (…) Vou pagar o piso e vamos dialogar. Agora, submeter esse diálogo e o pagamento à melhoria do Ideb, a contrapartida”.

Redação/G1 PA